"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É tempo de travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."

Fernando Pessoa







Não sou novela..... mas pode me acompanhar.

segunda-feira, abril 30, 2007

Baú de tesouros!


Sexta-feira à noite.
Deitamos em minha cama para assistir TV, eu e minha filha Camile.
Começa a novela. Não assisto, mas ela, sempre que pode dá uma espiada, pois a avó acompanha sempre.
Estou ali, lendo e de repente ela começa a falar sobre os personagens que estão aparecendo no momento.
Me diz:
“Mãe, ela (a personagem, interpretada pela Beth Goulart) só pensa em dinheiro, mas ele (o marido) e a filha não pensam que nem ela. A filha pensa que nem o pai."
Pergunto:
Mas o que ela quer?
Há, ela quer que o marido ganhe mais dinheiro e não se importa com o que ele gosta de fazer!

Olha, ele fez um bolo pra dar de presente pro fulano.
Eu: Hummm....... mas e o que tu achas disto? Quem tá certo?
Ela: Acho que o pai e a filha estão certos.
Eu: Porquê?
Ela: Sei lá, porque sim.
Eu: (Me vingo!) Porque sim não é resposta. Porque tu achas que pai e filha estão certos e a mãe não?
Ela: Ora, porque eu acho que as pessoas tem que ser felizes com o que elas tem e não querer o que é dos outros. Não é isto que tu sempre me diz?

Eu: Encho ela de beijos!

Minha filha é muito linda, além de muito inteligente. Sempre me surpreende com estas pérolas de vez em quando. Ela é eloqüente deeeemaaaaiiiis. Não pára um segundo, tem sempre um assunto pra falar, uma história pra contar (com detalhes). Às vezes penso que ela não presta atenção no que falo, mas sei que é o contrário, pois desde que era muito pequena, quando aprendeu a falar, de vez em quando ela sai com uma destas. A gente pensa que ela não tá nem aí pro mundo, mas é exatamente o contrário, tá sempre ligada. Acho guarda lá dentro da cabecinha o que realmente importa, mesmo que esteja fechadinho dentro de um baú pra resolver abrir assim de repente, surpreendendo.

E continua falando, falando, brincando, brincando.... sem parar.

É....... o essencial é invisível aos olhos.







quarta-feira, abril 25, 2007

Alguém aí sabia disto?



Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do RioPreto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes Aegypti

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero.
O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça, proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas, também na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus, garrafas, latas, caixas d'água etc.)."A borra não precisa ser diluída em água para ser usada", diz a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la.Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto.Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é o da aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.





Recebi esta mensagem por e-mail e como ando quase sem tempo de atualizar este bloguinho, resolvi colocar esta notícia aqui e dividir com quem passa por aqui. Não sei se eu estou atrasada na notícia, mas nunca tinha ouvido falar antes sobre a borra do café no combate à dengue, mas andei pesquisando na internet e vi que tem algumas notícias referentes a este assunto com data de 2002. Por que será que esta maneira tão econômica não foi divulgada? Onde é que eu estava que não sabia disso? Alguém aí já tinha ouvido falar? Me corrijam se eu estiver errada, mas alguém tem interesse em combater os mosquitinhos com algum inseticida que além de caro, deve fazer mal à saúde.










terça-feira, abril 17, 2007

A dor é inevitável, o sofrimento é opcional!

DEFINITIVO!

Definitivo, como tudo o que é simples.

Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando
a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional....

Carlos Drummond Andrade

quinta-feira, abril 12, 2007

REFLEXÃO!



texto: paulo roberto gaefke
formatação: adao-las@ig.com.br

























segunda-feira, abril 09, 2007

Voando? Pulando? Não. Basta clicar.





Há semanas venho pensando neste assunto e então hoje resolvi escrever um pouco sobre nosso mundo tão virtualmente maravilhoso e que aproxima as pessoas mesmo estando em continentes diferentes, nos fazendo voar com asas imaginárias. São eles: os blogs. Acho que os blogs se tornaram uma grande ferramenta (enooorrrme) para gerenciar e compartilhar atividades e idéias para um grupo definido de pessoas, independente do assunto que cada blogueiro queira escrever ou que pura e simplesmente queira postar uma foto.
Agora já é moda, pra mim é quase um vício. Fico querendo escrever sobre diversos temas, vários assuntos, muitos assuntos ou até mesmo Mil Assuntos, o que me faz refletir sobre esta moda tão acessível e ao alcance de milhões de pessoas.
Quando pensei em fazer um blog, a princípio era somente sobre minhas artes manuais (crochê, tricô e outras coisinhas). Foi o que fiz, sempre com algum comentário sobre a foto postada, mas como gosto de escrever e escrevia alguns textos nada a ver com o blog artesanal, resolvi então, criar outro, somente com esta finalidade: Mil Assuntos.
Confesso que amo isto aqui, adoro escrever, visitar outros blogs, comentar, ser comentada, visitada e andar pelo mundo afora sem sair da frente do computador. Há regras pra escrever? Com certeza há sim, mas eu as ignoro, não totalmente, mas não caio naquela de que "temos que evitar o vocabulário tradicional da sua região" ou "evite parênteses", etc... Falo e escrevo o que sinto, com o coração e sem querer entrar para a listinha “The best”.
Quando criei meu blog, não sabia nada a respeito, simplesmente fui na onda de algumas amigas e principalmente depois de ler o blog do
Éderson (ele é dez – tudo bem, sei que ele é tímido, talvez fique envergonhado, ou não, talvez meu marido fique com ciúmes, mas verdade seja dita: ele é dez mesmo).
Aos poucos fui aprendendo a postar fotos, colocar minha foto no perfil, lincar nomes aos blogs, etc,etc. Preciso aprender muita coisa ainda até deixar meu blog com minha cara, mas pra isso preciso fazer com que os guris (Tico e Teco) me ajudem. Não posso deixar que eles briguem, senão, não entra nada nesta cabecinha de porongo. Nada que uma bela noite de sono, um dia tranqüilo, uma coca-cola pra calibrar e uma temperatura agradável deixem os guris felizes, aí funciona.
Fico impressionada com esta onda, ou melhor com esta tsunami de informações virtuais que nos invade ao simples clic do mouse. É também, como se fossemos macacos, pulando de galho em galho, muitos deles na mesma árvore, outros em árvores distantes, mas que conseguimos alcançar e nos deliciar em seus frutos saborosos ou fazer caretas com os azedos.
Assunto é o que não falta, quando entro em alguns blogs, me apaixono de cara, já outros, preciso voltar diversas vezes até que lá pelas tantas, ele me conquista e em tantos outros, não adianta, não consigo dar continuidade a esta relação virtual.
Fazemos boas e grandes amizades, que é o melhor de tudo. Há diferença nos temas abordados, diferenças até no tipo de postagens, de comentários e é isso que é muito legal, pois há opções pra todos os tipos e gostos.
Cheguei a esta conclusão porque tenho estes dois blogs com assuntos bem distintos e os comentários são completamente diferentes um do outro. Gosto de pôr o linck pra que fique mais fácil o acesso, e não para demonstrar que também leio este ou aquele, que dou preferência mais pra um do que para outro. Acho que isto realmente não é o mais importante pra mim, pois muitas vezes o linck não está lá por pura falta de lembrança ou mesmo de tempo, que é precioso pra quem trabalha, cuida da casa, faz crochê, tricô e ainda gosta de escrever, mesmo que sejam umas bobagens, pura abobrinha (mas que faz bem pro intestino....hehehehehe).
Apesar de gostar muito de ler e escrever, confesso que não tenho paciência em ler textos muito grandes, a não ser que sejam muito interessantes, mesmo eu gostando do autor do texto, sendo amiga do blogueiro(a), enfim, estas minhas esquisitices.
Alguns me assustam. Tu entra, lê e pensa: o que é isso? isso existe? É humano? Sim, porque tem blogs excessivamente inteligentes, não que eu não me considere, mas caramba, quem comenta isto? Eu é que não, alguém com certeza vai comentar, menos eu. Outros são divertidíssimos, além de muito inteligentes claro. Já outros, tem pouquíssimos textos, mas lindas fotos que dispensam qualquer palavra. E há aqueles que estão completamente fora da minha lista de preferidos, de lidos, de visitados, então, fico longe deles e esta macaca fica longe desta árvore.
Sei também que este meu simplinho e reles bloguinho deve passar pelo critério de muita gente e muita gente também deve não gostar, talvez até repugnar. Mas fazer o quê?........paciência!
Estamos todos aqui pra isso, pro mundo ver, ler, elogiar, ouvir, escutar, criticar e claro: comentar.













quarta-feira, abril 04, 2007

As perguntinhas...finalmente respondidas!









A Grazi pediu, vamos lá!

5 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
Escrever um livro
Faculdade
Aprender a dirigir (preciso de coragem pra isto)
Um mural com as minhas fotos preferidas
Ganhar na mega (eu tento....)


5 coisas que eu faço bem:
Dormir (bah, durmo tri bem...hehehehe)
Amizade
Ouvir
Crochê/tricô (pelo menos é o que eu acho, dentro do que eu sei fazer... critério meu)
Amar


5 coisas que eu mais digo:
Com certeza
Bah
Tchê
Tri (até parece coisa de gaúcho)
Te amo


5 coisas que eu não faço (ou não gosto de fazer):
Cozinhar
Passar roupa
Discutir, brigar na frente dos outros
Ser mal educada
Prometer e não cumprir


5 coisas que me encantam:
Meus filhos
Crianças
Presentar
Gentilezas (estão cada vez mais raras nos dias de hoje)
Lindas paisagens, como por exemplo, o pôr do sol do Guaíba

segunda-feira, abril 02, 2007

MILHO PRÁ BODE

Recebi este texto hoje por e-mail e resolvi dividr com vocês. Nosso país tá virado numa terra sem-lei. Vergonhoso!!!

Nos meus tempos de vereador, quando algum nobre edil tentava aprovar projeto de lei que não era do agrado do prefeito, muitos nobres pares da bancada situacionista se contorciam de prazer. Sabiam que o atingido viria correndo negociar com sua base de apoio a rejeição do projeto. E era nessa hora que algumas excelências conseguiam cargos e outras benesses que a mais fértil imaginação nem ousava supor. Naqueles tempos, quando se farejava no ar que o vereador de oposição estava contribuindo para o adversário tirar vantagens suspeitas, dizia-se dele:
- Está dando milho pra bode.
Em outras palavras, o incauto estava enchendo a pança do astuto.

A Bayer tenta aprovar seu milho trânsgênico, na CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), nestes dias 18 e 19 de abril.
O milho, chamado Liberty Link (LL), é resistente ao agrotóxico de princípio ativo glufosinato de amônio. Coincidentemente fabricado pela empresa.
O pedido é tão amplo que todo cruzamento, e novas espécies introduzidas a partir do milho LL, não precisarão de novas autorizações, à la onde passa um boi, passa uma boiada, neste país sem porteira...
Como esta planta faz fecundação cruzada, quando o milho transgênico polinizar o milho não-transgênico de nossas lavouras, a variedade resultante poderá dar direito de propriedade à Bayer.

A CTNBio encomendou três pareceres mas eles estão sob sigilo e não foram apresentados sequer em sua primeira audiência pública.
Os estudos que a Bayer apresenta estão em língua estrangeira, portanto, não têm efeito legal no Brasil. Assim, não servem de fundamentação para análises de risco. As afirmações são genéricas e não há referências bibliográficas.
Mais que isso: não parece razoável emitir pareceres sobre um produto baseando-se exclusivamente nos dados ofertados por seu fabricante.

Na véspera da reunião da CTNBio, o Presidente da República sancionou a lei número 11.460 que reduziu o quorum para aprovação de pedidos à CTNBio de 18 para 14 dos seus 27 membros. Esta mesma lei também autoriza o plantio de transgênicos em unidades de conservação. Uma beleuza!

Nenhum país da União Européia planta comercialmente o milho LL. É curioso, pois a Bayer é de lá.

Não, não. Não há nenhum motivo para que duvidemos de todo o processo. Nós só estamos servindo de boi de piranha e alguns notáveis patriotas, dando milho pra bode.
E que milho!

Por isso, esta deixou de ser uma questão de biossegurança e já se transformou em uma questão de segurança nacional. Perder a guarda de suas sementes, o patrimônio genético da nação, não pode ser tratado com esta desfaçatez.

Vamos fazer uma coisa juntos: acesse o site da CTNBio -
www.ctnbio.gov.br. Vamos pedir que eles avaliem o pedido de liberação do milho Liberty Link da Bayer só depois de estudos realizados no Brasil. E, amplamente, divulgados. Ou assine a carta do Greenpeace ao CNTBio.
A Inglaterra exigiu apenas isso. Foi o suficiente para que a empresa desistisse.

Não estamos na Inglaterra, mas bom-senso não tem pátria.

quarta-feira, março 28, 2007

AAAATCHIM!!!!!


É como se fosse uma praga. Daquelas bem medonhas. Não dá pra dar o mínimo de atenção pra ela, pois se isso acontecer, ela te domina, te pega e te larga só depois que tu tá completamente desnorteado.
Ela chega de repente, como não quer nada. A temperatura ajuda. Quanto mais quente melhor pra ela.
Dá pra sentir ela vindo, pois ela te avisa. Mas tu não queres, de jeito nenhum, então tenta fingir que ela não ta ali, louca pra se instalar.
É, mas uma coisa tenho a dizer: ela é poderosa.
E por mais que tu a ignore, ela arranja um jeito de se instalar. Ela é esperta e insistente demais, e tu não resiste. Aí começa a loucura, o desespero.
Primeiro, tu dá uma coçadinha. Assim, de leve. Mas depois da primeira, tu até perde a conta.
É uma coceira maldita.... na ponta do nariz......
Ela já tá instalada......
Coça,coça,coça,coça......espirra,espirra,espirra,espirra...coça,coça,coça,espirra, espirra,coça,espirra. É um inferno. Tu tenta ignorar, mas ela domina teu braço, tua mão e lá ta a mão grudada no nariz, coçando como uma louca, que nem cachorro sarnento.
E ela lá, bem na ponta do teu nariz, que agora já parece uma batata, porque incha e vermelho como um tomate.
Não adianta, o negócio é deixar ela ali, pois ela consegue te dominar: “Ta dominado, ta tudo dominado”.
Finalmente, depois de mais ou menos umas duas horas, ela vai embora.
Te deixa completamente acabado. Tu não consegue nem tocar no teu nariz porque dói pra caramba, além de parecer uma lixa, todo esfolado de tanto espirro e de limpar com papel.
Finalmente ela me deixa. Vai embora..... mas ela volta, há se volta.
Maldita rinite!!!!






segunda-feira, março 26, 2007

Porto Alegre é demais!!!!


Porto Alegre é que tem

Um jeito legal

É lá que as gurias, etc e tal

Nas manhãs de domingo

Esperando o Gre-nal

Passear pelo Brique

Num alto astral

Porto Alegre me faz

Tão sentimental

Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

A Saudade é demais

É lá que eu vivo em paz

Quem dera eu pudesse

Ligar o rádio e ouvir

Uma nova canção

Do Kleiton e Kledir

Andar pelos bares

Nas noites de abril

Roubar de repente

Um beijo vadio

Porto Alegre me faz

Tão sentimental

Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

Não leve a mal

A saudade é demais

É lá que eu vivo em paz

Porto Alegre me dói

Não diga a ninguém

Porto Alegre me tem

Não leve a mal

A saudade é demais

É lá que eu vivo em paz

PORTO ALEGRE É DEMAIS!!!

música de Isabela Fogaça







sexta-feira, março 23, 2007

E tu? o que quer ser?



Uma academia de São Paulo espalhou outdoors pela cidade com os seguintes dizeres:

"Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?". Uma mulher lhe enviou a sua resposta e fez girar o seguinte e-mail: "Ontem vi um outdoor com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia? Respondo: baleias sempre estão cercadas de amigos. Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam. Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia. Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça. Baleias esguicham água e brincam muito. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais. Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas. Sereias? Sereias não existem. Se existissem, viveriam em crise existencial: sou um peixe ou um ser humano? Não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza... São lindas, mas tristes e sempre solitárias... Prefiro ser baleia!".

Diz o e-mail que a tal academia retirou o outdoor de circulação depois que recebeu esta resposta







quarta-feira, março 21, 2007

Era uma vez.....


Era 21 de março de 1991.

Então, depois de muito ser cantada por aquele cara que era meu colega, resolvi dar uma oportunidade pra uma aventura em minha vida.
Naquela noite tinha uma festa da loja. Decidi: vai ser hoje. E pela primeira vez, pulei a cerca.
Isto é o que muitas pessoas achavam e acreditavam, pois eu estava ainda legalmente casada.
Na época, tinha dois filhos pequenos. Um com nove e outro com dois. Precisava mais do que coragem pra fazer uma coisa que na minha concepção, era totalmente errado: sair com alguém, provavelmente transar com um cara que não fosse o pai dos meus filhos.
Aí resolvi dar uma ajudinha pra minha coragem. Tomei uns tragos pra relaxar, tipo dois copos de cerveja.
Então, nossa vida começou.
Eu, descasada (na minha opinião quando tu diz pra pessoa que não ama mais, manda embora e nem chega perto há alguns bons meses, é descasada) e ele.... noivo, há alguns anos.
Depois deste dia, desta primeira vez, foram muitas vezes, inúmeras vezes em que saímos juntos. Lembro que saíamos correndo da loja, sem querer que os outros soubessem (que besteira, todo mundo sabia!) e íamos pro motel.
Depois de algum tempo, resolvi terminar com aquilo, pois eu estava ficando apaixonada e tinha certeza de que ele iria se casar, com a noiva é claro.
Eu, agora já estava realmente sozinha. O outro, finalmente, depois de muito custo, foi embora.
Agora ele já freqüentava minha casa, conhecia meus filhos, minha mãe e fazia parte de mim.
Mas tchê, como é difícil terminar com alguém que te faz feliz, te dá amor, carinho, atenção, flores. Tudo aquilo que eu só sonhava e nem sabia o que era. Era bom demais. Mas tive coragem de pedir para terminar, de pôr um ponto final. Com certeza, amante eu não queria ser. Ele teria que optar por uma de nós duas, já que ele dizia que não gostava mais da noiva, que tava com ela por acomodação... todo este papo de cara que quer ficar com as duas.
Então, veio a decisão. E não é que eu me enganei? Aquele dia tão aguardado por mim, finalmente chegou.
Chegou junto com meu amor. Ele me escolheu, ou melhor, ele nos escolheu. Afinal o pacote que ele tava adquirindo já vinha com dois embrulhinhos (meus amores, Marlon e Marvin). E era tudo, ou nada. Foi tudo. Foi bom, não foi fácil. A corda quase arrebentou algumas vezes, mas fizemos muitos nós cegos e seguimos novamente. Tivemos altos, baixos, brigas, fizemos as pazes, ganhamos, perdemos outras tantas vezes, mas não desistimos. Fizemos mais um embrulhinho lindo (meu amorzinho, Camile) e estamos aí pra mais sei lá quanto tempo ainda nos for dado por Deus.
Como é bom ter vivido esta paixão que nos moveu a fazer tudo isso.
No começo, loucura, paixão. Agora amor.
Que seja eterno enquanto dure.
Amor, te amo!







terça-feira, março 20, 2007

Só um desabafo!




Desculpem, mas hoje to assim meio pra baixo. Geralmente eu sempre dou um “get up” para os amigos e colegas, mas hoje to precisando de um. Daqueles bem altos, de deixar surdo. Acho que é a fofa da TPM.
Aí resolvo pensar naqueles probleminhas que não me incomodam e que sei lidar durante toda a vida. Mas parece que nesta época eles viram monstros e ficam me aterrorizando. É bom uma massagem no ego quando alguém te diz: “Luisa, preciso de uma profissional igual a ti, pra ontem”. Bah, que legal! Mas e porque quando é pra me reconhecer como esta “tão boa profissional”, não o fazem? Que droga! Elogiar é bom, é sempre muito bom. Mas e o reconhecimento real? Salário, benefícios, etc, etc.... Há tá, devem pensar: ela é acima tudo uma profissional e não vai nos deixar na mão. É isso. Sou assim mesmo. Mas nestas horas dá vontade de chutar o balde. Então vou chutar as palavras, as frases, pra ver se passa. Já trabalhei bastante hoje, ontem, pois esta coisa de ter responsabilidade, tá no meu DNA. Não dá pra mudar. Um dia quem sabe, alguém me dê o devido valor ou quem sabe eu consigo finalmente passar num concurso e ter tudo isso que não tenho hoje. Estabilidade.
Não posso perder minha fé e esperança. Um dia, meu sol vai brilhar.

Tá, chega de reclamar.

Vou trabalhar e escutar uma musiquinha do Eric Clapton que passa.










quarta-feira, março 14, 2007

Abraça, vai.....





Tá. Recebi um e-mail hoje que me contagiou.
Posso te abraçar?
Abraça aí, vai.













segunda-feira, março 12, 2007

Compaixão?




Sempre que passo pelo centro de manhã, entro na igreja pra rezar. Hoje, especialmente, entrei e agradeci a Deus por tudo que tenho. Agradeço sempre pela familia, pelos meus filhos.

Antes de entrar, encontrei um mendigo que fica sempre à porta da igreja, ou pedindo esmola ou implorando pra gente comprar uma vela.

Quase passei direto por ele, mas ele foi tão simpático comigo que resolvi comprar a vela.

Disse ele: "Oi minha véia, compra uma velinha pra uma bicha pobre comprar um café pra tomar."
Peguei a bolsa e ele quis saber o que eu fazia. Conversei uns segundos com ele e entrei na igreja.

Entrei, rezei e quando sai procurei meu lanche na bolsa pra dar a ele, mas ele já tinha saido.

Acredito que foi comprar o café com o dinheiro que eu dei a ele. Foi pra isso que ele pediu gentilmente que eu comprasse a vela.

Muitas pessoas e campanhas publicitárias condenam esta coisa de dar esmola na rua. Mas e aí? é fácil? Dizem: contribua para uma organização séria, de respeito. Como posso saber se para onde estou depositando meu dinheiro, ele terá o destino certo? Talvez até algumas instituições tenham como comprovar isto até que um dia uma LBV da vida aparece no notíciário com escânda-los de que estão ficando ricos as custas das doações.

É muito fácil falar pra fazer o contrário. Dê a esta pessoa bons conselhos, fale que ela não deve pedir esmolas, procurar um emprego, algo que lhe dê auto-estima.

Mas a pessoa com fome, com frio e sem teto tem auto-estima? Quem daria um emprego a um mendigo, mal trapilho, sujo e esfarrapado? Precisa-se muito mais do que isto pra conseguir um emprego, um trabalho. Muitas vezes têm-se até que comprar o bendito.

Aposto que se alguém desse dinheiro a um mendigo e mandase ele próprio comprar sua comida, com certeza ele não conseguiria entrar no estabelecimento. Seria expulso, ou de repente até chamariam a polícia já que ele tem dinheiro que "deduzem" não é seu.

Em algumas ocasiões, ao invés de dar o dinheiro, eu mesma vou ao super mercado compro a comida e entrego a pessoa.

Não é que eu seja a favor de mendigar, não é isto. Mas na hora que aparece aquela pessoa, ou pessoinha na tua frente e diz: "tia compra um pão pra mim que tô com fome?".

Se tenho, compro, dou dinheiro.

O que contradiz com isto que faço é que já fui bem pobre, minha mãe sempre trabalhou pra sustentar os filhos. Criou todos com sacrificio e muito trabalho, o que nos deu esta referência de lutar e correr atrás.

Ela sempre diz com orgulho: "Criei meus filhos praticamente sozinha e nenhum deles saiu ladrão, marginal ou uma filha saiu prostituta. Todos são decentes e batalhadores.

Tivemos uma casa bem pobre, estudo, trabalho e muita dignidade.

Mas com certeza aquele um real que dei hoje, não vai me fazer falta, vai servir muito mais para aquele mendigo comprar o pão, o café ou a cachaça, e vai dar a ele o alívio do seu sofrimento.

Por pena, compaixão, sei lá, eu dou esmola sim.

Acho que é a falta de educação e de respeito com o próximo que impede que esta situação mude.

Ele que faça bom uso do dinheiro que agora é dele.

E aí? O que vocês acham?




quarta-feira, março 07, 2007

Que mulher nunca teve?









Que mulher nunca teve

Um sutiã meio furado,

Um primo meio tarado,

Ou um amigo meio viado?

Que mulher nunca tomou

Um fora de querer sumir,

Um porre de cair

Ou um lexotan para dormir?

Que mulher nunca sonhou

Com a sogra morta, estendida,

Em ser muito feliz na vida

Ou com uma lipo na barriga?

Que mulher nunca pensou

Em dar fim numa panela,

Jogar os filhos pela janela

Ou que a culpa era toda dela?

Que mulher nunca penou

Para ter a perna depilada,

Para aturar uma empregada

Ou para trabalhar menstruada?

Que mulher nunca comeuUma caixa de Bis, por ansiedade,

Uma alface, no almoço, por vaidade

Ou, um canalha por saudade?

Que mulher nunca apertou

O pé no sapato para caber,a barriga para emagrecer

Ou um ursinho para não enlouquecer?

Que mulher nunca jurou

Que não estava ao telefone,

Que não pensa em silicone

Ou que "dele" não lembra nem o nome?


Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!

É isso aí mulherada!!!


Um abraço a todas as mulheres maravilhosas!!!


segunda-feira, março 05, 2007

Mulher, sexo frágil????



Mulher (sexo - Frágil)
Erasmo Carlos

Dizem que a mulher é o sexo frágil

Mas que mentira absurda

Eu que faço parte da rotina de uma delas

Sei que a força está com elas

Veja como é forte a que eu conheço

Sua sapiência não tem preço

Satisfaz meu ego se fingindo submissa

Mas no fundo me enfeitiça

Quando eu chego em casa à noitinha

Quero uma mulher só minha

Mas pra quem deu luz não tem mais jeito

Porque um filho quer seu peito

O outro já reclama sua mão

E o outro quer o amor que ela tiver

Quatro homens dependentes e carentes

Da força da mulher

Mulher, mulher

Do barro de que você foi gerada

Me veio inspiração

Pra decantar você nesta canção

Mulher, mulher

Na escola em que você foi ensinada

Jamais tirei um 10

Sou forte, mas não chego aos seus pés.

ha..... e ele esqueceu de dizer que além disto tudo, ela trabalha fora, estuda, tem opinião e na maioria das vezes ganha menos que os homens e ajuda no sustento da casa, quando não é ela própria quem carrega tudo nas costas.

E ainda continuam nos exemplificando como nesta propaganda da Dolce & Gabbana.

Simples objeto!







sexta-feira, março 02, 2007

Conversas alheias



Três gurias no ônibus:

Primeira: “Bah, ganhei uma flores tri lindas....... com uma poesia” (provavelmente ganhou do namorado)

Segunda: Tipo......

Terceira: Tipo...”brega”?

Primeira: ha, eu não acho... (meio sem graça)

Terceira: Bah... poesia é muito brega.....hahahahaha

" - Tinha suspirado
Tinha beijado o papel indevotamente

Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo do estímulo por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim uma existência superiormente interessante
Onde cada hora tinha o seu intuito diferente
Cada passo conduzia um êxtase
E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações." (Arnaldo Antunes)

Euzinha:
Isto é brega? Ainda bem que eu sou.
Tri brega.







quinta-feira, março 01, 2007

Isso pega, cuidado!!!









Pois é, andei vasculhando os blogs amigos, já li, dei palpite, ri bastante. Tenho muita coisa pra assuntar, mas gente, sinceramente, também como minha amiga Grazi, tô com muita preguiça...... e este calor? este sol de quase 40 graus? tá de matar. Ainda bem que é de matar de emoção...hehehe. Dá-lhe Inter.


Então, por hoje era só.


Mas eu volto


Bjuuusss.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Saudade dói




Era festa, todo fim de semana. Crianças correndo, tias na cozinha. Chimarrão, caipirinha na casca de abacaxi. Sempre duas mesas, primeiro as crianças que é pra depois, deixar eles brincarem até dormir em pé. Depois a mesa cheia, muita conversa, muito riso, palhaçada mesmo. Mesmo falando de coisas sérias, sempre tinha um comentário idiota, tão idiota que o outro repetia e tudo virava uma grande gargalhada. Era assim, era bom. Que saudade.
Faz muito tempo que não tem mais. E a saudade aumenta, as pessoas se distanciaram. Mas porque? Alguns acontecimentos tiveram seu real valor. Uns trágicos, outros tristes, alguns alegres. Mas tudo isto acabou afastando todo mundo.
Assim era a casa da minha mãe. Ela ainda ta aqui, mas não tem mais casa. Agora até já tem de novo, mas onde estão todos? Cada um cuidando da sua vida. Onde ta aquela família grande, aquela criançada, aquela barriga que já está quase nascendo?
Sinto saudade de tudo, inclusive daquela criatura que era alcoólatra e agora não é mais, ao menos estava junto, comemorando (ou bebemorando). Sinto saudade da vizinha dizendo pra minha mãe: “Vizinha, sinto inveja da senhora. Que família bonita, sempre todo final de semana parece que tem festa”.
Ela era boa vizinha, apesar da inveja, que acredito ser da “boa”. Também foi embora.
Neste ano minha mãe completou 75 anos. Teve festa. Primos, tias, netos e filhos.
Não, só uma filha. Só eu estava lá. Os outros e principalmente as irmãs, não tinha nenhuma.
Uma mora em outro estado, outra estava na praia, e a outra trabalhando. Os filhos homens, cada um fazendo alguma coisa, sei lá o que.
Esta foto em que estamos todas juntas, eu minha mãe e minhas irmãs, me dá saudade, melancolia e tristeza. Aniversário da minha mãe, em 2001. A outra foto é agora, 2006. Só eu. Não sei quando estaremos todas juntas de novo, festejando, brincando ou simplesmente falando idiotices pra dar bastante risada.
O amor não morreu, está aí, presente, mas a vida encaminhou cada um pro seu lado. Tenho que aprender a lidar com isso, mas não é fácil. Saudade dói.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Êta perguntinha difícil de responder!


Tá, daí aquela pergunta caiu como uma bomba: “Amor, tu te anima a fazer uma torta fria”?
Como assim? Não to entendendo. Será que eu realmente não sei fazer uma simples torta fria?
Tudo bem que eu não sou nenhum pouco amiga das panelas, mas esta pergunta já é um pouco demais.
Bom, realmente há certo tempo, meu marido assumiu a cozinha. Vou continuar pensando que é porque ele gosta de cozinhar (e cozinha tri bem – a Grazi pode comprovar). Qualquer prato que ele faça, fica bom. Isso sem contar na hora de pôr a mesa. Uma simples refeição como arroz, feijão, carne e salada ficam parecendo mais um jantar especial de tão produzida que fica a mesa.
Mas ele é assim mesmo, quando ta a fim de fazer alguma coisa, faz bem feito. Já quando não ta com vontade, por favor, não insista!
Bom, mas deixa pra lá. Não gosto de cozinhar mesmo e acho que não é nenhum pecado e dou graças a Deus que não foi pela barriga que eu o conquistei.....hehehehehe.
Mas é carnaval, e adoro esta época em Porto Alegre que fica completamente vazia e apesar do perigo, pois com certeza alguns meliantes continuam por aqui aproveitando o abandono das casas, a cidade fica super tranqüila, boa pra quem gosta de sossego como eu. Não vamos nos estressar com esta perguntinha esquisita.
Voltando a torta fria......
Fiz. Com todo amor e carinho. E não é que ficou boa? Pois é, ele comeu que lambeu os beiços. Repetiu, repetiu e.... repetiu. Então realmente ficou boa. Que alívio, passei neste teste (foi minha primeira torta fria...hehehe!!). Mas como tudo não poderia ser assim uma Brastemp, acho que o visual não ficou lá estas coisas, ficou bem simples, sem enfeites de salsinha, tomate, etc, só a maionese. Mas o mais importante é que ficou saborosa, pois fiz com muito amor e muito carinho.
Aliás, eu sempre faço assim, com amor e carinho, posso até não estar muito afim, mas faço. De vez em quando me arrisco a bisbilhotar estes blogs de receitas culinárias, copio e guardo. Bem guardado, pra dar pra alguém ou enfiar no fundo da gaveta. Até tenho vontade de fazer algumas receitas e até faço, mas confesso que muitas vezes, apesar de toda minha dedicação, nem eu mesma gosto do resultado. Não que não dê para comer, mas fica assim meio sem graça sabe?

É, definitivamente eu e as panelas não nos damos muito bem, mas desta vez o resultado foi bom e eu consegui agradar meu chefe de cozinha favorito.